Sem tempo mesmo de atualizar... mas o Festival acaba hoje. Então, apartir de amanhã, volto a postar. Só pra dar um upgrade no que andei vendo essa semana:
-A verídica Verdade Verdadeira de Adolf Hitler
-As Testemhunhas
-XXY
-Morte No Funeral
-Snow White The Sequel
-Paranoid Park
-Jogo de Cena
-California Freaming
-Delerious
-Ninféias
Hoje quero ver se ainda consigo ver Páprika. Comentários dos filmes então só apartir de amanhã. Um beijo e me interfona.
:: Posted byLeo / MaVeR @
9:01 AM ::
Amanhã, segunda, começa Duas Caras. Alguém pode me dizer sobre o que é? Porque com esse nome, passa distante qualquer possibilidade de dedução óbvia.
:: Posted byLeo / MaVeR @
11:37 PM ::
Odeio novelas. E com orgulho. Se for a das 8 então, passo longe. Sexta passada teve o último capítulo de Paraíso Tropical.
Caguei pra isso! Tava era dentro de um cinema. E pelo fato de não ligar muito, ainda me assusto como é grande o poder sobre o povo. No sábado, após uma outra sessão de cinema, esperando mais uma começar, o assunto de algumas mesas (inclusive a minha) de um barzinho em Botafogo era: Olavo quem matou Taís, Bebel foi depor em CPI, não sei lá quem foi que deu um tiro no Olavo, entre outros.
Fico me perguntando se sou eu que tenho bom gosto, ou se papai e mamãe me adotaram de um orfanato lá de Marte.
:: Posted byLeo / MaVeR @
11:35 PM ::
E estreou a Record News. Tava vendo no jornal de sexta (ou sábado, sei lá...) a chamada de um âncora: "90% da população brasileira não possui TV a cabo. E são para esses 180 milhões de brasileiros que a Record News foi feita."
Muito bonito, se na prática funcionasse. Ou alguém do Rio tá conseguindo ver?!
Dou um doce pra que me disser como faz pra sintonizar lá.
:: Posted byLeo / MaVeR @
11:27 PM ::
HeroesVolume Two: Generations - Four Months Later...
E a volta de Heroes, hein!? Chatiiiiinha!!!!!
Claire tá uma sonsa monga tentando não aparecer na frete dos novos colegas da faculdade. Parkman está crescendo dentro da polícia, mas de tramóias com Mohinder para desmascarar a "empresa". Nathan tá de mal com a vida, deixando a barba crescer em luto e por penitência por Peter, que só aparece no final, desmemoriado.
Finalmente alguém deu um fim em Hiro Nakamura, e se os roteiristas permitirem, Angela Petrelli também roda! Não acrescentam nada a série.
Mas o que mais me irritou mesmo foi o Hiro. C-H-A-T-O!!!! Adorei quando Takezo Kensei deu um soco nele. Merecia um cala a boca.
Adoro Heroes mas se os roteiristas não derem um jeito, a audiência vai cair.
P.S.1=> graças aos Deuses que tiraram aquela franja irritante do Milo Ventimiglia. Me irritava MUITO!
P.S.2=> adorei saber que David Anders entrou no elenco. Interpretando Takezo, não deve sumir tão cedo. Pra quem não lembra, Anders era o Sark do meu saudoso e querido seriado ALIAS.
:: Posted byLeo / MaVeR @
11:18 PM ::
The Simpsons - s19xep01- He Loves to Fly and He D'ohs
Só a abertura compensa o fraco episódio que abre a nova temporada dos Simpsons. Os roteiristas fazem uma sátira do próprio filme que foi feito este ano. Bart escreve no quadro "Não esperarei mais 20 anos para fazer um outro filme" e sai passeando com seu skate pela Springfield sendo reconstruída após a quase destruição causada pelo isolamento. Faz inclusive manobras em cima dos restos do domo. Passeando pela cidade, quase atropela o Presidente Arnold, o Irish Boy (se não me engano era Martin o nome dele) e a india velha que salva a vida de Homer. Já quando chega em casa, entra de fundo a musica do Spiderman, e o porquinho encontra-se em cima do sofá. Homer o coloca no colo e diz: "My summer love".
O episódio em si nem é tão engraçado. Conta as aventuras de Homer e Mr. Burns por Chicago, após uma viagem em um avião particular. A única BOA sacada do episódio fica por conta que os dois entram em um salão chamado Ferris Bueller's Day of Beauty. Este nome refere-se ao filme Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off), e quando saem do salão, estão usando a mesma roupa de Cameron and Ferris usam no longa.
E chega de blá blá blá de Festival por hoje. Roteiro da maratona do próximo final de semana praticamente pronto. E dou uma pausa, por que eu já baixei o episódio da segunda temporada de Heroes. Viva a internê!
:: Posted byLeo / MaVeR @
11:40 PM ::
Vou me abster de comentar sobre este filme pelo motivo da minha (ainda) revolta de ter sido obrigado a vê-lo dublado. Me senti sentado no sofá de casa, vendo Sessão da Tarde.
Só fica aqui minha admiração pela interpretação de Robert De Niro como um destemido e MUITO temido pirata do ar... GAY! Simplesmente delicioso. vale praticamente a ida ao cinema só por causa disso.
Poster:
Trailer:
P.S. 1=> tirando alguns cromas mal-feitos, os efeitos visuais até que convencem.
P.S. 2=> eu sei que já disse isso essa semana, mas Michelle Pfeiffer é linda, não é!?
:: Posted byLeo / MaVeR @
11:36 PM ::
Day Watch - Dnevnoy Dozor é a continuação do chaaaaato filme russo Night Watch. Mas esse, diferente de NW, agrada bastante.
Enquanto no primeiro a confusão de conseguir se entender o que é o bem, e o que é o mal, e quais exatamente são seus poderes, afazeres e direitos, nesta continuação (mesmo quem não tem a menor idéia do que tenha sido o começo) os pingos nos Is ficam mais bem colocados.
Depois de perder seu filho para o lado do mal, Anton continua sua vida como um Guardião da Noite, mas um assassinato faz com que o pacto entre o bem e o mal seja quebrado, gerando uma série de eventos que geram o fim do mundo.
O foco desta continuação fica na investigação de quem pode estar agindo a favor ou contra a guerra, gerando praticamente um filme investigativo sobrenatural. Os efeitos especiais surpreendem para um filme russo. A cena do fim do mundo é BEM legal (ok, ok... admito minha quedinha por esse tipo de cena).
O visionário diretor Timur Bekmambetov demonstra um visível amadurecimento tanto no roteiro quanto em sua direção.
O filme ainda deixa algumas (e boas, por sinal) pontas soltas para, quem sabe, ainda uma terceira continuação. E se as melhoras forem progressivas desse jeito, que venha a trilogia.
Festival do Rio - As Bonecas Safadas da Dasepo (MID)
Dasepo Naughty Girls (no original em inglês) é um filme baseado em uma popular novela manga da internet, "Multi-Cell Girl". Mostra a vida dos estudantes da "No-Use High School", uma escola onde a liberdade sexual não é reprimida de forma alguma. Pelo contrário, é até estimulada. Um dos professores, se faz errar propositalmente na sala de aula, apenas para que ele possa como desculpa usufruir de uma flagelação estudantil, comandada pela diretora do corpo estudantil, que aliás flerta livremente com o sadomasoquismo.
Por causa da sinopse, acreditava-se ver um filme erotizado na tela, mas isso nem de longe passa pela cabeça do diretor. Ele aproveita desta temática apenas para criar as situações mais estapafúrdias, buscando o humor de uma forma diferente, irônica e ácida.
No começo, essas situações são o grande tchan do filme: uma menina pobre (que anda inclusive com o boneco da pobreza no ombro por todo o filme) que se prostituí para sustentar a família; um chefe da máfia, Big Razor Sis, que se travesti de menina; o único virgem da escola que possui apenas um olho, e sua irmã, Two Eyes, que na verdade é um menino que quer virar menina. Mas na metade final, o ritmo fica lento, e as piadas acabam ficando cada mais sem graça.
O interessante do filme, que é praticamente uma Malhação com teor sexual, é não querer passar praticamente mensagem alguma. Apenas seja feliz da maneira que é e do que gosta de fazer. O teor sexual fica apenas nas situações e nos diálogos, pois a nudez em momento algum é explorada.
A sátiras dos musicais americanos marca sua presença com o diferencial da letra da musica aparecer na tela, no melhor estilo karaokê tão comum na vida oriental.
Gostei muito da personificação da pobreza, que no final ganha até vida. Fofo e divertido.
Filme despretensioso para ver e se divertir.
Poster:
Trailer: (em coreano e sem legendas, mas é divertido de ser para se ter uma idéia do filme)
Se sinopse desse lucro, esse filme estava milionário. Pelo que li, escolhi pelo que parecia ser uma das mais interessantes participações do Festival. Sósia de Michael Jackson, vive de apresentações nas ruas de Paris. Um dia, ele conhece e se apaixona platonicamente por uma “Marilyn Monroe”, que o leva para uma extraordinária comunidade de sósias, nos Highlands da Escócia. Lá, os sósias vivem os seus personagens no cotidiano. Entre outros, moram ali Abraham Lincoln, Chapeuzinho Vermelho, a Rainha da Inglaterra, Madonna, o Papa... Mas também a filha de Marilyn, sósia de Shirley Temple, e o seu marido, um manipulador Charlie Chaplin.
Interessante, certo? SIM, se houvesse um bom aproveitamento da trama, mas depois de mais de 30 minutos, o filme começa a se tornar repetitivo e chaaaaaato....
O diretor Harmony Korine sabe-se lá por que diabos, no meio do filme me enfia uma outra trama de personagens que não tem nada a ver com a história original: um padre que começa a testar a fé de suas freiras fazendo com que elas pulem de um avião. Bizarro e igualmente chato.
Enfim, nem uma discussão filosófica sobre que Michael só conseguiu ser feliz quando ele achou o seu eu, e começou a ser ele mesmo, porque só de relembrar o filme me dá um soooono!!!!
Mais um clássico de "boa história mal aproveitada".
Poster:
P.S.=> depois de quase duas horas de filme (ZZZZZzzzzzzz.....) a única cena em que vale a pena é onde a sósia de Michael Jackson conversa com a sósia da Marilyn Monroe dentro de um ovo (!!!!!). Isso é bizarro. O engraçado mesmo é que ela tá A CARA da Erika Palomino. Vai lá e confere!
:: Posted byLeo / MaVeR @
1:27 AM ::
December Boys entrou paro o meu roteiro mais na expectativa de querer ver Daniel Radcliffe em seu primeiro papel nas telonas sem ser o Harry Potter, e também pela tão falada cena de sexo em que faz com uma menina. Fiquei a ver navios em ambos os casos.
É impossível de ver Radcliffe e não se remeter a Potter. Mas se você forçar um pouco, até que dá pra engolir.
O filme conta a história de quatro órfãos (ta vendo, mais um filme que ele faz onde ele não tem pais) que vão passar as férias em uma cidade a beira da praia no meio do nada. Lá, descobrem que o casal da casa vizinha, não pode ter filhos e decidem então adotar um dos meninos. Então, a amizade dos quatro é posto a prova.
O filme até que distrai. As descobertas de cada um deles (cada qual com a sua idade) e seu amadurecimento são vistos de modo meigo e ingênuo. Com exceção de Teresa Palmer no papel de Lucy. Ela tá com uma cara de "putinha", e pelo mal desempenho da atriz, a impressão que fica que é a única cara que ela sabe fazer.
Sobre a tal cena de sexo.... bem, se eu não soubesse mesmo que iria rolar, e pela cara que Teresa faz em cada cena, era bem capaz de ficar na dúvida: afinal, rolou mesmo ou ele broxou?
As sub-tramas fazem o filme, em certa hora, ficar lento. Tirando elas, eliminava-se pelo menos uns 30 minutos, e tornaria o filme até mais divertido. Deu-se a impressão de que "não tenho mais nada para escrever, então vamos encher linguiça para o filme não ficar pequeno demais".
Ponto positivo para a fotografia e locações belíssimas feitos no litoral australiano.
Poster:
Trailer:
P.S.=> odeio chorar em final de filmes!
:: Posted byLeo / MaVeR @
12:19 AM ::
Hairspray é de longe (só perdendo para Moulin Rouge) um dos melhores musicais feitos de todos os tempos. Por favor gente, levem em consideração que sou da década de 80, então A Noviça Rebelde não conta.
Empolgante desde os primeiros segundos (good morning Baaaaaaaaaatimooooore não sai da minha cabeça), o filme que se passa na década de 60, conta a história de Tracy (Nikki Blonsky), uma gordinha que é louca por um programa de TV chamado “The Corny Collins Show”, uma espécie de show de talentos para jovens. Quando descobre que uma das integrantes vai sair, e que escolherão uma nova menina para dançar no grupo, o sonho de Tracy fica um pouco mais próximo de se tornal real.
O carisma de Blonsky e de sua personagem já fisgam os espectadores desde começo. Ela é fofa! Dá até vontade de levar pra casa. Sempre que surge, todo o resto se apaga.
John Travolta também rouba as cenas em que aparece: primeiro por estar fazendo o papel de uma mulher - Edna Turnblad, a mãe de Tracy, e segundo por estar gordo (é claro que ele está usando próteses). A dancinha no final é Ó-TI-MA!
O musical explora duas discussões: a hipocrisia de apenas se aceitar o que é bonito, e Tracy luta para se manter no show, mesmo estando beeeeem acima dos padrões de beleza; e o racismo, que naquela época ainda era bem presente, inclusive nos bailes colegiais onde a pista de dança era dividida por uma cordinha: de um lado os brancos, e do outro os negros. E Tracy vem para quebrar todos esses esteriótipos: ela gorda, começa a fazer mais sucesso do que a loirinha bonitinha, e de participar ativamente (inclusive de passeatas e manifestações) na luta contra o racismo de seus novos amigos dançarinos.
Completam o elenco Zac Efron (o Troy de High School... que zuuuura que cantou de verdade neste filme), a sempre linda Michelle Pfeiffer, Queen Latifah (que deixa qualquer um no chinelo quando solta a voz) e James Marsden (o Cyclops, de X-Men).
Recomendo²...
Sleuth, no original, é uma refilmagem de Jogo Mortal, de 1972. Andrew (Michael Caine), um famoso escritor de suspenses desconfia que sua esposa esteja tendo um caso com o jovem ator Milo (Jude Law). Assim, ele elabora um diabólico e insano plano de vingança, atraindo o ator para a sua casa e usando sua experiência como escritor para enganá-lo. Na versão de 70, quem fazia o papel da presa Milo, era o próprio Caine, que agora assume o papel de caçador.
Adaptado para os dias atuais, o filme tem um dos melhores diálogos travados em quase uma hora e meia de exibição. As trocas de farpas, alfinetadas, vão levando as personagens ao extremo, fazendo com quem a tensão só aumente. DE-LI-CI-O-SO!
Law fica visivelmente atrás de Caine no quesito interpretação, mas consegue dar a volta por cima na segunda metade do filme. Irreconhecível. Se eu disser o porque, estraga tudo. Só vendo.
Kenneth Branagh (de Frankenstein e Henrique V) é o diretor da nova versão, que tem roteiro do Nobel de literatura Harold Pinter, adaptando a peça de Anthony Shaffer.
For You Consideration conta história dos bastidores de uma gravação de um filme onde atores, outrora já famosos, começam a se empolgar com a fofoca de uma possível indicação ao Oscar.
Acredito que para se entender a sátira (quase negra) deste filme, necessita-se de um mínimo de conhecimento da cultura consumista americana, da busca pela fama e do que te faz realmente famoso em Hollywood. Até porque a graça da história fica exatamente aí.
O filme peca um pouco pela atuação caricata exagerada de alguns atores, mas acredito que essa tenha sido a verdadeira intenção do diretor Christopher Guest, até porque ele já fez parte do elenco do Saturday Night Live, programa conhecido por seu humor ácido e destilação de veneno em cima dos famosos.
Baseado em “fatos reais” (sempre duvide da palavra REAL, quando lê-se o nome de Guest na direção. Ele é o rei dos mockumentaries), o filme diverte. Gostei mesmo foi da atuação da sumida (leia-se gorda e plastificada Jennifer Coolidge) no papel de uma produtora que não entende nadinha de nada de cinema, mas como acredita estar na moda, investe seu dinheiro em produções.
Cheguei ontem mais de 2 da manhã em casa. Depois de uma maratona de vários filmes em diferentes cinemas pela cidade. A corrida continua hoje, então, post sobre o que andei assitindo só mais a noite, ou amanhã. Um beijo e me interfona.
:: Posted byLeo / MaVeR @
12:30 PM ::
I Could Never Be Your Woman me decepcionou um bocado. Apresentado no trailer como uma comédia romântica, ficou devendo muito. Está mais para filme de sessão da tarde: comédia meio retardada para adolecentes.
Achei a estética do filme esquisita, e quando descobri de quem era o filme, Amy Heckerling, logo entendi tudo: Amy é responsável por As Patricinhas de Beverly Hills. E a fotografia do filme ( e alguns atores, inclusive) não nega isso.
Mas o filme não é de todo ruim. Apesar do romantismo ter sido deixado de lado, os diálogos de Rosie (Michelle Pfeiffer) com sua filha são ótimos. Quase de duas amigas adultas. Mas imperdível mesmo é quando Rosie entra em um debate com sua consciência, que a tenta convencer de que esta ficando velha mesmo. Ácido, crítico e verdadeiro. A-DO-RO!
Enfim, tipo de filme que dá muito bem pra esperar chegar na locadora sem pressa.
Maratona do festival. Segue abaixo a os filmes do fim de semana:
Sexta-Feira - Dia 21
24:00 - For your Consideration (EXP) - Espaço 3
Sabado - Dia 22
14:00 - Hairspray (PAN) - Roxy 2
16:30 - Um Jogo de Vida ou Morte (PAN) - Roxy 2
19:00 - Um verão pra toda vida (PAN) - São Luiz 3
23:30 - Mister Lonely (AGN) - Espaço 1
Domingo - Dia 23
14:00 - As Bonecas Safadas da Dasepo (MID) - Palacio 2
16:30 - Guardiões do Dia (MID) - Palacio 2
19:00 - Planeta Terror (PAN) - Roxy 2
21:30 - Stardust (PAN) - Roxy 2
:: Posted byLeo / MaVeR @
9:09 PM ::
Tive a oportunidade de ver o filme quem vem causando frisson no Festival do Rio.
Sei quem todos andam ansiosos e blá blá blá, pois é o primeiro filme de David Lynch em anos e blá blá blá... mas vai ser chato assim lá no inferno!
Adoro filmes cabeças, filmes que me fazem sair do cinema e pensar, refletir. Mas acabar o filme e continuar sem entender NADA, aí fica difícil.
Planos esquisitos, coelhos família, closes e planos fechados em pessoas que estão mais para primos de ETs do que seres humanos.
CHATO!
Me chamem de burro, me lixem, me chamem de ignorante. Se isso é filme arte, prefiro continuar uma ANTA no assunto.
Qualquer coisa relacionada a Quentin Tarantino torna-se cult mesmo antes de ser lançado. Não seria diferente então quando ele anuncia que faria um filme duplo com seu amigo Robert Rodriguez, enfatizando o fato dos filmes serem uma direta homenagem ao cinema dos anos 70.
Batizado de Grind House, a dupla sessão contém na primeira parte um filme trash B de Rodriguez chamado Planet Terror. Mas a graça mesmo fica na segunda parte, escrito e dirigido pelo nosso aclamado diretor.
Death Proof não poderia ser mais delicioso. A estética realmente homenageia o cinema antigo. A fotografia, textura, sonorização e trilha sonora. O vídeo parece que passa nos antigos rolos de cinema, com chuviscos e cortes, como se tivesse havido algum problema no rolo, e aquele pedaço foi simplesmente removido e remendado.
A homenagem aquela época não para por aí. Os carros, em sua maioria também são da mesma década. Tanto que na segunda parte do filme, uma das personagens sai a procura de um Dodge Challenger 1970 S440v.
Ao meu ver, Tarantino quis fazer sua homenagem, mas deixa claro no decorrer que o filme é contemporâneo. Tanto que as atrizes usam celulares e SMS para se comunicarem, e ouvem suas musicas no carro em iPods.
O filme se divide em duas partes. Em ambas, grupos de amigas se juntam em uma viagem pelas estradas americanas e começam a ser perseguidas por Stuntman Mike, interpretado por Kurt Russell. Os diálogos grupais das amigas são a marca de Tarantino, e fazem um link entre os dois grupos: ambos conversam sobre seus encontros amorosos dentro do carro. Mas para por aí, pois o desenrolar do destino de ambos os grupos acaba se tornando bem distinto.
Tarantino gosta de dar uma de Hitchcock. Na primeira parte do filme faz uma aparição como o dono do bar onde o grupo de amigas se encontra pra beber. Na segunda parte, homenageia a si mesmo, usando o mesmo carro usado pela kido "The Bride" em Kill Bill. E não para por aí. Umas das personagens até usa uma roupinha de cheeleader toda amarelinha, e no celular da outra, como toque, temos o famoso assovio que tanto gostamos.
Metade da diversão de um filme de Tarantino, está na Trilha sonora. E não poderia ser diferente neste A trilha inclui clássicos dos anos 1960 e 70, bem ao gosto do diretor. Entre elas estão "Jeepster" da banda britânica T Rex, "Down in Mexico" do Coasters, "Good Love, Bad Love" de Eddie Floyd, tudo intercalado com diálogos do filme. "Paranoia Prima", uma canção do lendário Ennio Morricone, que ganhou um Oscar no começo do ano, completa o pacote.
Death Proof com certeza vai virar mais um cult entre os mais cools. A cena da dança que Butterfly (Vanessa Ferlito) faz para Stuntman Mike ao som de "Down in Mexico" é deliciosa, e quem vê não nega que está vendo um filme de Tarantino.
O filme, que já sai em DVD esta semana nos EUA, passa por aqui no Festival do Rio nos dias 28/09 e 29/09.
Trailer:
Poster:
P.S.=> curiosidade besta: escrevo essas mal traçadas linhas ao som de Kill Bill Vol. 2 passando na TV Globo.
:: Posted byLeo / MaVeR @
12:00 AM ::
E os vencedores do Emmy desse ano nas principais categorias foram:
Melhor série dramática Família Soprano (HBO)
Melhor série cômica 30 Rock (NBC)
Melhor ator em série de comédia Ricky Gervais por Extras (HBO)
Melhor ator em série dramática James Spader por Boston Legal (ABC)
Melhor atriz em série de comédia America Ferrera por Ugly Betty (Betty, A Feia) - (ABC)
Melhor atriz de série dramática Sally Field por Brothers & Sisters (ABC)
Melhor ator coadjuvante em série de comédia Jeremy Piven por Entourage (HBO)
Melhor ator coadjuvante em série dramática Terry O'Quinn por Lost (ABC)
Melhor atriz coadjuvante em série de comédia Jaime Pressly por My Name Is Earl (NBC)
Melhor atriz coadjuvante em série dramática Katherine Heigl por Grey's Anatomy (ABC)
Melhor reality show Kathy Griffin: My Life On The D-List (Bravo)
Melhor reality show de competição The Amazing Race (CBS)
Considerações:
- Serei linchado por isso, mas achei digno Família Soprano não ter ganhado um monte de prêmios mesmo. Acho chaaaaaaato!
- Estava torcendo para Felicity Huffman em Desperate Housewives. Gosto muito do trabalho dela. Pena!
- Tá, nosso querido Locke, Terry O'Quinn ganhou, mas eu ainda torcia por Michael Emerson. Mas esta perdoado, ficou tudo na família de Lost mesmo.
- Outro que gostaria que tivesse ganhado era o Extreme Makeover Home Edition da ABC. Adoooro esse programa. Sempre choro.
Agora, só ano que vem.
:: Posted byLeo / MaVeR @
10:50 PM ::
E o Emmy tá rolando. O pobre aqui não tem TV a cabo. Mas amanhã eu posto os ganhadores. Para os que tem, se liguem na Sony e me digam quem ganhou o que.
:: Posted byLeo / MaVeR @
11:14 PM ::
Aproveitando a proximidade do Festival do Rio, forço-me a deixar a preguiça de lado, e tento voltar a fazer os meus posts sazonais neste abandonado e querido blog.
Então, só pra botar um pouco de inveja: "Eu tenho credencial de imprensa para entrar em todos os filmes, lá lá lá lá... você não teeeeeem!!!!"
O festival rola entre os dias 20 de setembro e 4 de outubro e o está no ar. Já tem alguns previews do vai rolar, mas a programação completa MESMO só semana que vem. Mas vai dando uma olhada lá: www.festivaldorio.com.br.
P.S.=> special thanks to Amora, que conseguiu as credenciais.
:: Posted byLeo / MaVeR @
7:16 PM ::
Nem percam o seu tempo. Eu ADORO comédias besteirol, mas essa foi demais. 1 hora e 23 minutos perdidos da minha vida. Deveria ter continuado só no Comedy Central. Era mais vantagem. Até porque as unicas partes engraçadas já são todas mostradas no trailer. E só.
Depois não digam que eu não avisei.
:: Posted byLeo / MaVeR @
7:04 PM ::
Uma DE-LI-CI-O-SA comédia sobre como uma amizade pode surgir do nada.
Morgan Freeman, que também foi produtor deste filme, interpreta a si mesmo. Um ator famoso mas que está sem aparecer em grandes filmes já tem algum tempo. Ele em busca de uma pesquisa para seu novo personagem, acaba conhecendo a caixa de um mercadinho no fim do mundo, Scarlet, interpretada por Paz Vega.
Acredito que grande crédito deste filme vem de Vega. Ela é LINDA, fofa, carismática, está ótima em seu papel.... e eu já falei FOFA, né!? Mas só vendo para entender.
As esquisitices do "ator" Freeman com as necessidades gradativas de Scarlet vão fazendo com que os laços dos dois fiquem cada vez mais estreitos. Sou suspeito para falar sobre filmes de amizades que se formam através de encontros e desencontros. Mas mesmo assim, mais que recomendo este filme.
O diretor foi o Brad Silberling, o mesmo de Cidade dos Anjos / City of Angels (1998), e teve a sua estréia lá fora em dezembro de 2006. Que eu saiba, não há previsão de ser lançado por que no cinema, e o máximo que pode vir a acontecer e ir direto para as locadoras.
O que é:
minha livre opinião do que
ando vendo em relação a cinema e televisão.
Como funciona: ou
vou ao cinema, ou baixo o filme e/ou série na internet, ou vejo
algo na TV (aberta
e fechada), e escrevo o que achei aqui. Simples assim.
Quem sou: 27
anos bem vividos, eterno estudante, futuro publicitário e DJ nas
horas vagas.